CONTRIBUIÇÃO SINDICAL (Imposto Sindical)
O Juiz da 3ª Vara do Trabalho de Campinas INDEFERIU hoje, 27/03, o pedido de liminar formulado pelo Sinergia CUT para suspender o desconto da contribuição sindical (imposto sindical) de 2009.
A direção do Sinergia CUT informará aos trabalhadores nos próximos dias sobre a forma de devolução do mesmo.
terça-feira, 31 de março de 2009
quarta-feira, 18 de março de 2009
Ação da Peri CTEEP.
AUDIENCIA DE PERICULOSIDADE (CESP, CTEEP, ELEKTRO e DUKE)
Em meados de 2007, a CTEEP encaminhou ao sindicato uma lista de trabalhadores com direito, segundo a empresa, de se beneficiar com ação da Periculosidade. E, informou ao sindicato o desejo de negociar no processo.
Na ocasião, o Sinergia CUT não aceitou, pois entendeu que antes de discutir os valores, devemos discutir os nomes da lista, pois não estavam contemplados os trabalhadores que saíram no PDV, os que entraram depois de dezembro de 94 (data da ação), os lotados em Bauru e Mococa e os aposentados.
AUDIÊNCIA
No dia 17/03, ocorreu a audiência de tentativa de conciliação no processo de periculosidade da CTEEP. Perante o juiz, a empresa se comprometeu a apresentar ao Sindicato todos os dados necessários, quais sejam a lista total de empregados que recebiam periculosidade de 1.989 até a presente data, para que diante da mesma possamos discutir os valores do possível acordo. Fixou-se um prazo de 60 dias para negociação com a empresa. Em se firmando acordo, as partes deverão comunicar ao Juíz para homologação.
Enquanto isso...
Na contramão desta história, o sindicato de São Paulo, ao receber (somente agora) a lista da empresa para um processo que ainda sequer chegou na sua fase final e sem apresentar qualquer contestação a nomes ou valores, já está realizando assembléias para aprovação do acordo, na clara tentativa de – junto a empresa – tumultuar o processo, aceitando um pagamento à menor, com o qual absolutamente não concordamos.
CESP, ELEKTRO E DUKE
O processo das empresas CESP, ELEKTRO e DUKE, no entanto, continuará sendo executado independentemente deste prazo de negociação.
Ainda em relação a CESP, no Acordo Coletivo de 2005, a empresa começou a efetuar (segundo ela) o pagamento de forma correta. Em audiência no dia 19/02/09, solicitamos ao juiz que a empresa encaminhasse holerites comprovando o cumprimento do acordo. Na audiência de 17/03, a CESP entregou os holerites para o juiz e o mesmo remeteu para peritagem. Paralelamente a isso, o Sinergia CUT agendou reunião com a empresa para verificar se os pagamentos estão sendo efetuados corretamente. Caso não esteja, deverá ser pago o retroativo referente a 2005.
Em meados de 2007, a CTEEP encaminhou ao sindicato uma lista de trabalhadores com direito, segundo a empresa, de se beneficiar com ação da Periculosidade. E, informou ao sindicato o desejo de negociar no processo.
Na ocasião, o Sinergia CUT não aceitou, pois entendeu que antes de discutir os valores, devemos discutir os nomes da lista, pois não estavam contemplados os trabalhadores que saíram no PDV, os que entraram depois de dezembro de 94 (data da ação), os lotados em Bauru e Mococa e os aposentados.
AUDIÊNCIA
No dia 17/03, ocorreu a audiência de tentativa de conciliação no processo de periculosidade da CTEEP. Perante o juiz, a empresa se comprometeu a apresentar ao Sindicato todos os dados necessários, quais sejam a lista total de empregados que recebiam periculosidade de 1.989 até a presente data, para que diante da mesma possamos discutir os valores do possível acordo. Fixou-se um prazo de 60 dias para negociação com a empresa. Em se firmando acordo, as partes deverão comunicar ao Juíz para homologação.
Enquanto isso...
Na contramão desta história, o sindicato de São Paulo, ao receber (somente agora) a lista da empresa para um processo que ainda sequer chegou na sua fase final e sem apresentar qualquer contestação a nomes ou valores, já está realizando assembléias para aprovação do acordo, na clara tentativa de – junto a empresa – tumultuar o processo, aceitando um pagamento à menor, com o qual absolutamente não concordamos.
CESP, ELEKTRO E DUKE
O processo das empresas CESP, ELEKTRO e DUKE, no entanto, continuará sendo executado independentemente deste prazo de negociação.
Ainda em relação a CESP, no Acordo Coletivo de 2005, a empresa começou a efetuar (segundo ela) o pagamento de forma correta. Em audiência no dia 19/02/09, solicitamos ao juiz que a empresa encaminhasse holerites comprovando o cumprimento do acordo. Na audiência de 17/03, a CESP entregou os holerites para o juiz e o mesmo remeteu para peritagem. Paralelamente a isso, o Sinergia CUT agendou reunião com a empresa para verificar se os pagamentos estão sendo efetuados corretamente. Caso não esteja, deverá ser pago o retroativo referente a 2005.
PCS CTEEP
NOVOS TEMPOS, VELHAS PRÁTICAS
O que pareceria impossível, aconteceu. A direção da CTEEP ao enviar na semana passada a proposta de planos de cargos e salários ao sindicato piorou o que já era ruim. E quem vai pagar a conta serão os trabalhadores.
Esse debate sobre Plano de Cargos e Salarios (PCS) vem permeando as negociações com a empresa desde 2002. Passou pelo “Projeto Atrium” que foi congelado, pois a prioridade deles (governo) passou a ser a privatização; retomou por insistência do Sinergia CUT nas mesas de negociações de 2006/2007/2008, sendo que neste último não havendo mais como se esquivar das reivindicações do sindicato e do descontentamento dos trabalhadores com a política salarial da empresa, a mesma se comprometeu através do parágrafo primeiro da cláusula 5ª do ACT 2008/2009 discutir com o sindicato um programa de PCS.
Nos meses de agosto/08 a janeiro/09 algumas reuniões foram realizadas, onde a empresa se limitou a apresentar uma proposta pronta elaborada pela Bozza Consultorias & Associados. Na ocasião, o sindicato apontou vários equívocos que continham na proposta da CTEEP.
Para a nossa surpresa, a empresa enviou ao sindicato na última semana o programa informando que estará sendo implementado a partir de 01/04/09. E não contemplou nenhuma das considerações feitas pelo Sinergia CUT. Portanto, apesar de estar estabelecido no Acordo Coletivo que a emrpesa deveria discutir com o sindicato, a proposta está sendo implantada unilateralmente pela empresa.
Dentre os pontos negativos do programa, destacamos alguns deles que, com certeza trarão prejuízo ao conjunto de trabalhadores:
· A CTEEP considerou que todos os adicionais pagos aos seus trabalhadores para fazer a comparação com outras empresas.
· Não foi considerado o período de maturação do trabalhador (tempo de casa). Ou seja, os trabalhadores com mais 20 anos de casa como eletricista 3 foram enquadrados como técnico júnior.
· Não destina verba específica para movimentação de plano de cargos e salarios.
· A maioria dos trabalhadores receberam menos de 5% de reajuste, sendo que vários deles receberam 0,8% (uma vergonha!).
· A avaliação do trabalhador continua sendo feito pelo coordenador, ou seja, predominará a “cor do olhos”.
· Quem estiver fora da faixa, poderá esperar até três anos para ser enquadrado.
Por esses e outros motivos, a posição do Sinergia CUT em relação ao programa implentado pela CTEEP é oportunista e prejudicará os trabalhadores, aqueles que têm mais tempo de empresa. E a mesma descumpriu o acordo coletivo ao não discutir com o sindicato.
O Sinergia CUT, para garantir os direitos dos trabalhadores, analisará a proposta para verificar a possibilidade de discutir esse assunto ou a possibilidade de denunciar no Ministerio Público do Trabalho.
O que pareceria impossível, aconteceu. A direção da CTEEP ao enviar na semana passada a proposta de planos de cargos e salários ao sindicato piorou o que já era ruim. E quem vai pagar a conta serão os trabalhadores.
Esse debate sobre Plano de Cargos e Salarios (PCS) vem permeando as negociações com a empresa desde 2002. Passou pelo “Projeto Atrium” que foi congelado, pois a prioridade deles (governo) passou a ser a privatização; retomou por insistência do Sinergia CUT nas mesas de negociações de 2006/2007/2008, sendo que neste último não havendo mais como se esquivar das reivindicações do sindicato e do descontentamento dos trabalhadores com a política salarial da empresa, a mesma se comprometeu através do parágrafo primeiro da cláusula 5ª do ACT 2008/2009 discutir com o sindicato um programa de PCS.
Nos meses de agosto/08 a janeiro/09 algumas reuniões foram realizadas, onde a empresa se limitou a apresentar uma proposta pronta elaborada pela Bozza Consultorias & Associados. Na ocasião, o sindicato apontou vários equívocos que continham na proposta da CTEEP.
Para a nossa surpresa, a empresa enviou ao sindicato na última semana o programa informando que estará sendo implementado a partir de 01/04/09. E não contemplou nenhuma das considerações feitas pelo Sinergia CUT. Portanto, apesar de estar estabelecido no Acordo Coletivo que a emrpesa deveria discutir com o sindicato, a proposta está sendo implantada unilateralmente pela empresa.
Dentre os pontos negativos do programa, destacamos alguns deles que, com certeza trarão prejuízo ao conjunto de trabalhadores:
· A CTEEP considerou que todos os adicionais pagos aos seus trabalhadores para fazer a comparação com outras empresas.
· Não foi considerado o período de maturação do trabalhador (tempo de casa). Ou seja, os trabalhadores com mais 20 anos de casa como eletricista 3 foram enquadrados como técnico júnior.
· Não destina verba específica para movimentação de plano de cargos e salarios.
· A maioria dos trabalhadores receberam menos de 5% de reajuste, sendo que vários deles receberam 0,8% (uma vergonha!).
· A avaliação do trabalhador continua sendo feito pelo coordenador, ou seja, predominará a “cor do olhos”.
· Quem estiver fora da faixa, poderá esperar até três anos para ser enquadrado.
Por esses e outros motivos, a posição do Sinergia CUT em relação ao programa implentado pela CTEEP é oportunista e prejudicará os trabalhadores, aqueles que têm mais tempo de empresa. E a mesma descumpriu o acordo coletivo ao não discutir com o sindicato.
O Sinergia CUT, para garantir os direitos dos trabalhadores, analisará a proposta para verificar a possibilidade de discutir esse assunto ou a possibilidade de denunciar no Ministerio Público do Trabalho.
Assinar:
Postagens (Atom)